Que ambuguidade é essa, que me corrói, e enaltece a minha solidão. Que ambuguidade é essa que percorre todos os espaços obscuros do meu corpo, entra nos tímpanos e se aloja nas mais profundas entranhas. Que ambuiguidade é essa? Que me deixa tão mal e tão bem ao mesmo tempo, capaz de manter o equilíbrio mais desequilibrado de todos.
Vivo a ambuiguidade. O duplo sentido. A explosão. Quero, sem querer. Te chamo, quando te quero longe. Te faço carinho, quando na verdade quero teu sofrimento. Sou cínica, quando a minha intenção é sincera. Viajo, quando não quero pensar em nada. Fico em claro, nas noites que quero dormir. Repito erros, que queria esquecer. Faço planos, para o tempo que já passou. Morro a cada dia de vida.
Que ambuiguidade é essa que une as nossas mentes, quando queremos distância um do outro? E nos faz sentir inseguros, quando nossos olhares demonstram plena segurança... Insegurança essa que se instala no local mais oculto e nos faz esquecer do que somos capazes, e o quanto somos capazes.
E assim, me banho na secura do vazio. Me animo ao som do mais belo silêncio, que me faz lembrar essa ambuiguidade... Que nos faz gêmeos, quando opostos. Felizes quando chorosos. E apaixonados, sem sequer se conhecer.
Beijos :*
Cara ou coroa ?
A moeda apresenta apenas dois lados. Devemos escolher cara ou coroa. Um Brasil assim, ou uma Brasil assado. Ambos incertos para nós. Ora, acreditamos que o futuro será próspero se apostarmos na cara. Ora, apostamos na coroa. E assim, permanecemos, feito um jogo de ping pong... Ora de um lado, ora de outro.
A mídia ataca os nossos cérebros como se fossem cavalos chucros. Informações brotam do nada, acusações cruzam como balas, e a opinião popular se perde.
O que realmente sabemos é que tanto apostando no cara, quanto no coroa, pouco irá mudar... Talvez, nada mudará. Há quem diga que milagres acontecerão, mas aconselho que não se iludam. O fato é que enquanto não existir verdade, não haverá rumo certo.
Be free :D
Vejo a incerteza rondando neurônios confusos, exaustos e inanimados. Dúvidas assombram a alma, como nuvens escuras que vêm para ficar. O encontro consigo não acontece, pois sempre há um pelo caminho a atrapalhar. E as relações em si, abalam-se. O verão, traz o calor, que fortalece a avalanche perturbadora.
E são os trabalhadores, lutando por sobrevivência, jovens questionando sua existência, crianças vivendo a tecnologia e perdendo-se pelo caminho, e almas a seguirem seus caminhos. De maneira geral, um tsuname de emoções e acontecimentos vem atingindo a todos nós. Essa maldita sociedade do consumo, que torna precária a felicidade. Somos milhões, em busca da mesma coisa, do mesmo princípio, e com o mesmo objetivo: queremos apenas a felicidade.
Trabalha-se muito, vive-se nada e sobrevive-se a cada dia existente. Esta é a realidade. O stress atinge até aqueles que esperam para nascer, e chega até áqueles que já se foram. Se foram, em vida... E como diz o poeta, a morte pode ser a verdadeira forma de existir. Afinal, existem aqueles que vivem durante muitos anos e nunca existiram, apenas ocuparam um espaço sobre o pálido ponto azul.
Mesmo diante de tantos problemas e complicações, digo e repito a mim mesma todos os dias, que a felicidade vem de dentro, e deve estar contida em tudo, e em todo o momento. Devemos trabalhar com aquilo que gostamos, se relacionar com os bons e verdadeiros, e amar a nós mesmos intensamente antes de qualquer coisa, e claro, amar o próximo. Sei, que essa é só mais uma teoria banal, e que esse pode ser apenas mais um textinho comum... Mas se cada um de nós parar para pensar, um pouquinho que seja, vai perceber que realmente a felicidade está dentro de nós e que apenas precisamos despertá-la.
Faça da sua mente a ouvinte do seu coração, e corra atrás de tudo aquilo que lhe der prazer, e desperte a felicidade que há em você! Liberte-se desta avalanche de complicações...
Beijos ;*
E são os trabalhadores, lutando por sobrevivência, jovens questionando sua existência, crianças vivendo a tecnologia e perdendo-se pelo caminho, e almas a seguirem seus caminhos. De maneira geral, um tsuname de emoções e acontecimentos vem atingindo a todos nós. Essa maldita sociedade do consumo, que torna precária a felicidade. Somos milhões, em busca da mesma coisa, do mesmo princípio, e com o mesmo objetivo: queremos apenas a felicidade.
Trabalha-se muito, vive-se nada e sobrevive-se a cada dia existente. Esta é a realidade. O stress atinge até aqueles que esperam para nascer, e chega até áqueles que já se foram. Se foram, em vida... E como diz o poeta, a morte pode ser a verdadeira forma de existir. Afinal, existem aqueles que vivem durante muitos anos e nunca existiram, apenas ocuparam um espaço sobre o pálido ponto azul.
Mesmo diante de tantos problemas e complicações, digo e repito a mim mesma todos os dias, que a felicidade vem de dentro, e deve estar contida em tudo, e em todo o momento. Devemos trabalhar com aquilo que gostamos, se relacionar com os bons e verdadeiros, e amar a nós mesmos intensamente antes de qualquer coisa, e claro, amar o próximo. Sei, que essa é só mais uma teoria banal, e que esse pode ser apenas mais um textinho comum... Mas se cada um de nós parar para pensar, um pouquinho que seja, vai perceber que realmente a felicidade está dentro de nós e que apenas precisamos despertá-la.
Faça da sua mente a ouvinte do seu coração, e corra atrás de tudo aquilo que lhe der prazer, e desperte a felicidade que há em você! Liberte-se desta avalanche de complicações...
Beijos ;*
Epílogo
Sexta-feira. Clima quente, gente, muita gente! "Stand" pronta, texto na ponta da língua, e muitos nomes esquisitos a dizer. Esse é início de um dia cansativo, e prazeroso. O nervosismo do lado direito, e um tal de "cof cof" no esquerdo, as duas prontas para iniciar um duelo para medir quem atrapalha mais.
Oito horas, dada a largada! Explicação do conteúdo quase saltando da boca, a espera da primeira vítima. Pessoas passavam de um lado a outro, meio sem coragem, e eu ali em pé, de coluna ereta e sorriso nos lábios. A primeira vítima custara para a chegar, enquanto os demais observavam o stand, com ar de medo. Impossível definir se o medo era de mim, ou das figuras terríveis que estampavam o fundo.
Quase nove, e nada do primeiro sujeito aparecer. Farta daquela pose de soldado, me desconcertei como quem punha a coluna no lugar, sentei me e me pus a esperar... Esperar não mais as pessoas, mas o tempo passar. Olhei para o "note" e pensei, porque não? Porque não jogar um pouquinho? Pus a mão sobre o "note" e "plef"! A primeira vítima caiu do céu.
Me pus a explicar feito um papagaio, as palavras se atropelavam, o som saia meio desnorteado e as frases se comportavam como cavalos de corrida. Bastou abrir a boca para o cof! cof! se manifestar. Que raiva! Estava realizando algo importante para mim, algo que não admitia erros, nem falhas. Mas assim segui, entre explicações, um gole d'água, um tossida daqui, outra dali.
Eu amava falar, mas naquela sexta descobri que falar o necessário faz bem. Repeti durante doze horas a mesma coisa, que no fim do dia soavam no meu cérebro como um tremendo blá blá blá... Sorte que volta e meia aparecia um sujeito para conversar, o que evitava que eu sentisse sono. Santo sujeito, apesar de até hoje eu não saber o nome dele.
Havia cerca de cem projetos, sendo que o meu era só mais um a ocupar uma stand. Uma feira de bastante repercussão, muitos visitantes e bons concorrentes. Como mencionei, todo e qualquer deslize era fatal. A Dani estava lá, a muitos metros de distância... Mas creio que em pensamento, estava a me apoiar. Talvez isso tenha sido fundamental para a minha permanência, naquela que com certeza foi a primeira de muitas feiras que virão.
Nove da noite! Hora de ir embora e descansar... Mas pena que esse era um dos privilégios que eu não pude desfrutar. Tínhamos uma festa para ir. E lá fomos nós, muito animadas. Completamente perdidas, mas animadas. Dani e eu, eu e Dani. Entramos, encontramos as gurias e lá ficamos. Dez minutos.Gente, muita gente...
Duas da manhã, tun ti tun ti tun ti... E lá estávamos nós na pista e meu cérebro já não distinguia mais nada. Sabia apenas de uma coisa: que sábado eu deveria estar lá na feira, linda e sorridente. Entre uma ida no banheiro, uma música e outra, permaneci. Me sentia um alienígena, completamente perdida e a me perguntar o que exatamente eu fazia ali. Bebi poucas, ou seja quase nada. Uns goles de algo que um amigo bebia.
Cinco horas, fomos para casa... Para em fim dormir. Foi perfeito o encontro entre o meu corpo e o colchão. Nos amamos tanto, nunca havia o desejado tanto quanto naquele dia. Sete horas o relógio despertou, não levantei. Atraso! Cinto, camisa, sapato... Já havia completado exatas vinte e quatro horas de salto. Oito horas e lá estava eu novamente, agora não tão linda, mas ainda sorridente... A espera da primeira vítima.
Oito horas, dada a largada! Explicação do conteúdo quase saltando da boca, a espera da primeira vítima. Pessoas passavam de um lado a outro, meio sem coragem, e eu ali em pé, de coluna ereta e sorriso nos lábios. A primeira vítima custara para a chegar, enquanto os demais observavam o stand, com ar de medo. Impossível definir se o medo era de mim, ou das figuras terríveis que estampavam o fundo.
Quase nove, e nada do primeiro sujeito aparecer. Farta daquela pose de soldado, me desconcertei como quem punha a coluna no lugar, sentei me e me pus a esperar... Esperar não mais as pessoas, mas o tempo passar. Olhei para o "note" e pensei, porque não? Porque não jogar um pouquinho? Pus a mão sobre o "note" e "plef"! A primeira vítima caiu do céu.
Me pus a explicar feito um papagaio, as palavras se atropelavam, o som saia meio desnorteado e as frases se comportavam como cavalos de corrida. Bastou abrir a boca para o cof! cof! se manifestar. Que raiva! Estava realizando algo importante para mim, algo que não admitia erros, nem falhas. Mas assim segui, entre explicações, um gole d'água, um tossida daqui, outra dali.
Eu amava falar, mas naquela sexta descobri que falar o necessário faz bem. Repeti durante doze horas a mesma coisa, que no fim do dia soavam no meu cérebro como um tremendo blá blá blá... Sorte que volta e meia aparecia um sujeito para conversar, o que evitava que eu sentisse sono. Santo sujeito, apesar de até hoje eu não saber o nome dele.
Havia cerca de cem projetos, sendo que o meu era só mais um a ocupar uma stand. Uma feira de bastante repercussão, muitos visitantes e bons concorrentes. Como mencionei, todo e qualquer deslize era fatal. A Dani estava lá, a muitos metros de distância... Mas creio que em pensamento, estava a me apoiar. Talvez isso tenha sido fundamental para a minha permanência, naquela que com certeza foi a primeira de muitas feiras que virão.
Nove da noite! Hora de ir embora e descansar... Mas pena que esse era um dos privilégios que eu não pude desfrutar. Tínhamos uma festa para ir. E lá fomos nós, muito animadas. Completamente perdidas, mas animadas. Dani e eu, eu e Dani. Entramos, encontramos as gurias e lá ficamos. Dez minutos.Gente, muita gente...
Duas da manhã, tun ti tun ti tun ti... E lá estávamos nós na pista e meu cérebro já não distinguia mais nada. Sabia apenas de uma coisa: que sábado eu deveria estar lá na feira, linda e sorridente. Entre uma ida no banheiro, uma música e outra, permaneci. Me sentia um alienígena, completamente perdida e a me perguntar o que exatamente eu fazia ali. Bebi poucas, ou seja quase nada. Uns goles de algo que um amigo bebia.
Cinco horas, fomos para casa... Para em fim dormir. Foi perfeito o encontro entre o meu corpo e o colchão. Nos amamos tanto, nunca havia o desejado tanto quanto naquele dia. Sete horas o relógio despertou, não levantei. Atraso! Cinto, camisa, sapato... Já havia completado exatas vinte e quatro horas de salto. Oito horas e lá estava eu novamente, agora não tão linda, mas ainda sorridente... A espera da primeira vítima.
"Ser ou não ser, eis a questão"
Fase de mudanças, responsabilidade, vaidade, medos... Adolescência, equivalente a insegurança e friozinho na barriga. Época jamais esquecida, lacrada na memória. Tempos em que tudo acontece, o corpo muda, a mente cresce. Opiniões são formadas, e um pré-adulto passa a ser "gente" perante a sociedade. Passa a fazer suas escolhas, determina suas opções, os seus gostos e impõe seus hábitos.
Nessa fase da vida apenas uma coisa importa, a diversão. Principalmente quando for acompanhado dos amigos. Entramos em círculo social próprio, respondemos pelos nossos atos e subentendemos as nossas fraquezas, pois queremos parecer "fortes" e indestrutíveis para as outras pessoas. A preocupação com a aparência é paralela com a personalidade de cada um, pois ser bonito é um "princípio norteador", nesta fase.
A beleza é vista como uma qualidade necessária e essencial, pois ela lhe traz "status" vicioso e perigoso. Os desprovidos desta beleza exigida, são os "legais" das turma. Se você perguntar a uma garota sobre o garoto que ela está "ficando" e ela responder que ele é LEGAL, podemos concluir que ele é feio. Isso pode parecer engraçado para àqueles que possuem a beleza como arma, um escudo que o faz sentir-se superior e o torna popular. Mas não é nada legal para os legais, pois isso gera uma certa rejeição (principalmente da parte do sexo oposto) que de alguma maneira acaba afetando a vida desta pessoa.
Mas independente de ser bonito ou não, todo adolescente sofre de uma insegurança crônica, "ser ou não ser, eis a questão"... Meninos são inseguros, principalmente quando o assunto são as meninas. Meninas ficam inseguras quanto a beleza e o corpo, em relação as outras meninas. E assim, forma-se um ciclo de inseguranças e medos que assombra grande parte dos adolescentes.
Dúvidas caminham ao nosso lado diariamente, afinal quem nunca se perguntou: cresci e agora? Grande parte dos jovens não sabem o que fazer, o que realmente querem para as suas vidas. E certos pais simplesmente ocultam o problema dos filhos, julgando isso tudo uma fase passageira... Sem se dar conta que é nessa fase passageira que começam a se formar os adultos de amanhã.
As modinhas estabelecidas devem ser seguidas a risca, para que você possa ser considerado "maneiro", caso contrário você sofre a chamada exclusão. Pode parecer exagero ou radical demais, mas essas coisas acontecem. Muitas pessoas tentam "tapar os buracos" com frases do tipo: beleza não importa... Mas se você disser que tem um amigo para apresentar a essa pessoa a primeira pergunta será: ele é bonito? E se você responder que ele é legal... Pode crer que esta pessoa não irá manter interesse.
Adolescência é uma fase complicada, mas, que pode se tornar muito melhor se cada um se permitir a aceitar o outro independente de qualquer coisa, ou até mesmo se cada um aprender a se aceitar do jeito que é e "dando a cara a tapas". Quem curtir, curtiu e quem não curtir, paciência! Sei que falar é fácil, mas almejamos tanto a liberdade, sem se dar conta que ela deve começar dentro de nós. Liberte-se do seus medos e seja feliz.
beijos :@@
A beleza é vista como uma qualidade necessária e essencial, pois ela lhe traz "status" vicioso e perigoso. Os desprovidos desta beleza exigida, são os "legais" das turma. Se você perguntar a uma garota sobre o garoto que ela está "ficando" e ela responder que ele é LEGAL, podemos concluir que ele é feio. Isso pode parecer engraçado para àqueles que possuem a beleza como arma, um escudo que o faz sentir-se superior e o torna popular. Mas não é nada legal para os legais, pois isso gera uma certa rejeição (principalmente da parte do sexo oposto) que de alguma maneira acaba afetando a vida desta pessoa.
Mas independente de ser bonito ou não, todo adolescente sofre de uma insegurança crônica, "ser ou não ser, eis a questão"... Meninos são inseguros, principalmente quando o assunto são as meninas. Meninas ficam inseguras quanto a beleza e o corpo, em relação as outras meninas. E assim, forma-se um ciclo de inseguranças e medos que assombra grande parte dos adolescentes.
Dúvidas caminham ao nosso lado diariamente, afinal quem nunca se perguntou: cresci e agora? Grande parte dos jovens não sabem o que fazer, o que realmente querem para as suas vidas. E certos pais simplesmente ocultam o problema dos filhos, julgando isso tudo uma fase passageira... Sem se dar conta que é nessa fase passageira que começam a se formar os adultos de amanhã.
As modinhas estabelecidas devem ser seguidas a risca, para que você possa ser considerado "maneiro", caso contrário você sofre a chamada exclusão. Pode parecer exagero ou radical demais, mas essas coisas acontecem. Muitas pessoas tentam "tapar os buracos" com frases do tipo: beleza não importa... Mas se você disser que tem um amigo para apresentar a essa pessoa a primeira pergunta será: ele é bonito? E se você responder que ele é legal... Pode crer que esta pessoa não irá manter interesse.
Adolescência é uma fase complicada, mas, que pode se tornar muito melhor se cada um se permitir a aceitar o outro independente de qualquer coisa, ou até mesmo se cada um aprender a se aceitar do jeito que é e "dando a cara a tapas". Quem curtir, curtiu e quem não curtir, paciência! Sei que falar é fácil, mas almejamos tanto a liberdade, sem se dar conta que ela deve começar dentro de nós. Liberte-se do seus medos e seja feliz.
beijos :@@
Liberarte 2010
Poema vencedor :D
Escrava
Por mais amargo que seja
Por mais injusto que pareça ser
Subentendidos prantos
No amanhecer
Equador
Interceptos Norte e Sul
Estranhos, íntimos
Eu e você, céu azul
Almas distintas
Inseparáveis
Paixão jamais extinta
Inabalável
Saudade maldita
Fortalece meu pranto
História mal escrita
Destrói meu ser
Destruído
A mercê de um vazio
A espera de um intuito
Um desafio?
Não quero arrancar de mim
Pois, sou escrava deste querer
Não quero abolição
Por medo de te perder
Singular *---------*
Valor da vitória
Galerinha do bem!
O que significa vencer? Além do incrível prazer de exibir-se para os desfavorecidos, além de fazer nos sentirmos fortes, grandiosos e infalíveis. Nos faz pensar que somos as melhores criaturas do mundo, e pior, que somos únicos.
E esse prazer instantâneo nos faz cair no buraco do esquecimento. Esquecemos que existem pessoas ao nosso redor, pessoas que nos amam e que muitas vezes magoamos e ferimos, esquecemos certos valores, deixamos cair do bolso sentimentos e seres incríveis que conosco estiveram até o momento em que nos tornamos invencíveis, vencedores. E com isso a vida se torna banal, nostálgica e morna, pois as folhas dos sentimentos secam, os galhos da felicidade quebram, e o vazio toma conta. Fazendo com que a vitória perca o sentido, o valor.
Talvez porque nada somos sozinhos, nada podemos sozinhos e se vencemos foi com o auxílio de alguém, mesmo que indiretamente. Porque os grandes campeões são aqueles que cultivam as suas relações, e que sabem o valor da gratidão e de uma palavra amiga. Este é o prêmio válido. A felicidade, acima de tudo e sem preços que custarão caro, muito caro, é o que realmente vale.
Portanto, agradeço a todos aqueles que me apoiaram durante esta caminhada longa, desejo-lhes, assim como eu, que tenham sucesso e que sejam felizes como eu estou. Pois, para mim vencer, é energético. Me motiva a ir além, me motiva a ser melhor a cada dia e a lutar sempre pelos meus objetivos.
Hoje eu ganhei o troféu de primeiro lugar, na categoria poema do concurso Liberarte 2010. Mas isso para mim não tem tanto valor quanto o carinho daqueles que estão comigo, obrigado.
Beijos :D
Roupa nova
Alô galera!
É com grande sastifação :D que eu anuncio oficialmente a roupa nova do nosso blog. Sim! Ele é nosso, o que significa que é seu também. Portanto não se acanhe (do verbo "acanhar", nãoseiseexistenodicionário - mas é um vocábulo usado pelo povo gaúcho / AH EU SOU GAÚCHO!) e mande dicas, sugestões, críticas não, histórias... Enfim, mande o que você quiser, o importante é mandar e espantar as moscas da caixa de entrada! (brinks) O e-mail do blog é singular.sing@hotmail.com, pode add no msn também euaceito. É isso galera, espero que tenham gostado, bom fim de semana à todos e tchau.
beijodogordo by Jô Soares :D:D
Êxtase
Fim de tarde, frio, as ruas lotadas, trânsito, buzinas e um homem. Exausta encerrava mais um dia, de volta para casa, após uma tarde de trabalho, muito trabalho! Não tinha como ir para casa, portanto por que não pegar um ônibus? Subi no ônibus, cheio de gente, gente de todas cores, todos os tipos, gente!
Sentei no banco, e passei a observar o horizonte como de costume. Virei o pescoço repentinamente e lá estava ele. Vestido de maneira até que elegante, parado, sério e atraente. Fixei os olhos na criatura como nunca havia feito antes. Parecia perfeito. Foram vinte minutos de percurso, os melhores vinte minutos do meu dia. Minutos que me fizeram esquecer de tudo, inclusive do meu cansaço. Me senti a energia em pessoa, em êxtase. Ele nem sequer notou a minha presença, manteve-se sério e sem expressão o tempo todo. Enquanto eu estava em hipnose absoluta, em pleno ônibus.
Talvez as outras pessoas tenham percebido, mas isso não importa muito. O importante é que, por vinte minutos, eu tive a melhor sensação que pode existir, por alguém que eu nem conheço. Não sei ao certo o nome disso, mas sei que é bom e eu recomendo.
Quase em casa, o ônibus esvaziava e ele não descia nunca. Agora, mostrava-se entre impaciente e exausto. Ele não era propriamente lindo, mas era incomum, único. Tinha um jeito inexplicável, e um charme encantador. Na parada anterior a minha, algumas pessoas desceram e ele ainda estava lá. Resistente. Chegando na minha parada, ele aproximou-se da porta. Eu me aproximei também. Descemos, ele resistente, exausto e sério, e eu a despertar de um sonho que vivi acordada.
O acompanhei com os olhos até em casa... Moramos próximos, mas tenho a certeza de que não nos veremos novamente. E se nos vermos, de nada adiantará, pois para mim foram só vinte minutos de êxtase.
Beijos !
Insanidade mental
Hoje vivi um dia daqueles. Um dia que seria como outro qualquer, mas não foi. O dia de hoje marcou muito, mas, apesar disso, espero esquecer dele o mais breve possível. Resolvi compartilhar com vocês, pois isso é bastante comum, eu acho, quem nunca viveu um dia daqueles?
Um dia em que nada faz sentido, nublado, chuvoso, frio, solitário. Milhões de pessoas ao meu redor, entre eles crianças, que animam um ambiente, mas a mim não animaram. Amigos, tentam fazer rir. Conseguem arrancar aquele meio sorriso, sem graça.
Os motivos? Não os conheço totalmente, talvez não devo os conhecer para não aborrecer mais. Sei que não comi, não atendi a nenhum telefonema, recorri a torpedos não correspondidos e não suportei ouvir sequer a voz do meu cantor favorito, ou seja, um típico dia daqueles! Ler não seria a melhor opção, pois não tive a compreensão nem de meus próprios pensamentos, que insanos, me traíram.
É cômico parar e pensar o ponto que chega um ser humano. Que, sentindo-se perdido, faz das lágrimas o seu abrigo mais fiel, e da tortura a sua melhor amiga. Eu fiz isso tudo por absolutamente "nada". Me entreguei ao vazio profundo sem saber que estava cavando um buraco, que às vezes, pode ser sem fim. Mas recuperei aquela alegria que me acompanha durante a vida inteira, voltei a sorrir e cicatrizei a ferida, que eu mesma havia feito em apenas um dia, um dia daqueles. E amanhã quero esquecer de tudo, e recuperar este dia perdido com alegria e felicidade em dobro. Dormir será um remédio e tanto, que irá recarregar as baterias, me fazer sonhar, e ver que viver pode ser simples quando fizemos assim.
"Sorrir não significa que você não tenha problemas, mas sim a forma que você os encara. Encare os seus e seja feliz !"
BEIJOS !
BEIJOS !
Verso em prosa
As feridas deste, curaram. O brilho no olhar, reapareceu. O sentido, passou a fazer sentido. Os problemas viraram nada, o sorriso não sai de seu rosto, e o espinho se fez flor. O sangue pulsa, o suor esvanece as glândulas e a vida vira música...
Perfeito seria tudo isso, se este não tivesse ferido um coração apaixonado e carente, como o seu também fora um dia. Mais que o sentimento, feriu a moral e sentiu-se envaidecido por isso. E mesmo que fora sem querer, ou por nada poder fazer, aconteceu e isso não há como esconder.
Ela o amou, doou tudo o que podia, fez dele o maior dos homens. Chorou dias e noites. Sofreu como ninguém. Se fez amiga, amante, mulher. Deu todo o prazer, e em troca recebeu o humilde desprezo de um homem, que por outra, foi apaixonado. Ele não tem culpa, pois não controlamos os sentimentos, mas respeito a ela deveria ter jurado.
Declarou amor à sua amada, desprezo recebeu. Embriagou-se por dias, acidente sofreu! Àquele coração ferido o socorreu, lhe deu carinho e ajudou na sua recuperação. Após recuperado, descobriu-se novamente apaixonado por aquela que amanhã, com outro, vai casar. Porém, entre as chamas do amor, o coração dela tenta reconquistar.
Beijos :D
Preceito
Às vezes é necessário fazermos o que se deve e não aquilo que desejamos. Certas coisas são "perfeitas" para o presente, pois nos completam em determinado momento. Claro que viver o presente é sempre necessário, mas não podemos descartar o futuro. Temos de pensar nele sempre, em todo e qualquer instante.
Portanto, é sempre necessário que saibamos fazer uma análise sobre as nossas atitudes, é necessário analisar se certas coisas são apenas um alimento para o presente, ou se realmente proporcionam grandes possibilidades futuras. Relacionamentos, por exemplo, devem ser pensados sempre. Pois, quando somos jovens nos apaixonamos facilmente, geralmente por alguém que supre a carência que se sente naquele determinado período da vida. Mas, nem sempre, esta pessoa vai ser aquela que vai passar o resto da vida ao seu lado...
Então cabe a nós fazer uma análise sobre as coisas, de acordo com o passar dos tempos... Isso é necessário e nos ajuda a reciclar, remover e criar novos pensamentos, e, com isso, abrir novas possibilidades. Parece meio ruim, mas nem sempre a vida vai nos guiar para o caminho que queremos trilhar, e sim para aqueles que devemos trilhar...
Beijos !
Portanto, é sempre necessário que saibamos fazer uma análise sobre as nossas atitudes, é necessário analisar se certas coisas são apenas um alimento para o presente, ou se realmente proporcionam grandes possibilidades futuras. Relacionamentos, por exemplo, devem ser pensados sempre. Pois, quando somos jovens nos apaixonamos facilmente, geralmente por alguém que supre a carência que se sente naquele determinado período da vida. Mas, nem sempre, esta pessoa vai ser aquela que vai passar o resto da vida ao seu lado...
Então cabe a nós fazer uma análise sobre as coisas, de acordo com o passar dos tempos... Isso é necessário e nos ajuda a reciclar, remover e criar novos pensamentos, e, com isso, abrir novas possibilidades. Parece meio ruim, mas nem sempre a vida vai nos guiar para o caminho que queremos trilhar, e sim para aqueles que devemos trilhar...
Beijos !
Filhos da futilidade
Alô galera ! Que semana...
No mundo existem pessoas e pessoas, cada uma tem a sua essência, o seu perfil, os seus valores e princípios, mesmo que esses ás vezes não sejam utilizados freqüentemente. Seres humanos, quem realmente são? Já convivi com milhares de pessoas durante toda a minha vida, cada uma com um "código de barras", cada um com a sua etiqueta, semelhante a um produto.
Existem pessoas que são realmente semelhante a produtos, vendem-se tão facilmente e se deixam enganar de um jeito tão sarcástico. Para alguns esses são fúteis, mas para mim são pessoas que não sabem nada sobre a vida e que têm de aprender muito.
Fúteis... Super vaidosos, acompanham cegamente a moda, desprezam os demais e, principalmente, acham que o mundo inteiro deve girar somente ao seu redor. Quem nunca conviveu com alguém assim, e não teve a vontade de dar alguns tapas?
Seria muito legal... Mas infelizmente devemos deixar que a vida dê um jeito nessas criaturas horrendas. E pior de tudo isso, é que os verdadeiros culpados são os pais! É... Aqueles que realizam todos os desejos dos seus filhinhos, que brigam com todos se necessário e ainda, aqueles que instruem o seu filho a maltratar as pessoas. As crianças crescem achando que o mundo é propriedade delas e que todos devem fazer tudo o que ordenam.
Coitadinhos! Tenho pena dessas criaturas errantes e escrotas. E o pior é que eu estive observando, e cheguei a conclusão de que as próximas gerações estão cada vez mais "fúteis" e mal educados...
Se você tem filhos, ou terá... Mude essa história. :D
Beijos
No mundo existem pessoas e pessoas, cada uma tem a sua essência, o seu perfil, os seus valores e princípios, mesmo que esses ás vezes não sejam utilizados freqüentemente. Seres humanos, quem realmente são? Já convivi com milhares de pessoas durante toda a minha vida, cada uma com um "código de barras", cada um com a sua etiqueta, semelhante a um produto.
Existem pessoas que são realmente semelhante a produtos, vendem-se tão facilmente e se deixam enganar de um jeito tão sarcástico. Para alguns esses são fúteis, mas para mim são pessoas que não sabem nada sobre a vida e que têm de aprender muito.
Fúteis... Super vaidosos, acompanham cegamente a moda, desprezam os demais e, principalmente, acham que o mundo inteiro deve girar somente ao seu redor. Quem nunca conviveu com alguém assim, e não teve a vontade de dar alguns tapas?
Seria muito legal... Mas infelizmente devemos deixar que a vida dê um jeito nessas criaturas horrendas. E pior de tudo isso, é que os verdadeiros culpados são os pais! É... Aqueles que realizam todos os desejos dos seus filhinhos, que brigam com todos se necessário e ainda, aqueles que instruem o seu filho a maltratar as pessoas. As crianças crescem achando que o mundo é propriedade delas e que todos devem fazer tudo o que ordenam.
Coitadinhos! Tenho pena dessas criaturas errantes e escrotas. E o pior é que eu estive observando, e cheguei a conclusão de que as próximas gerações estão cada vez mais "fúteis" e mal educados...
Se você tem filhos, ou terá... Mude essa história. :D
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